Competitividade

“Você é um cara competitivo, Marcel!”

Essa frase foi dita por um dos meus melhores amigos, Gabriel, em uma mesa da Lancheria do Parque na última sexta-feira. Isso me deixou pensativo.

O tema era minha frustração com alguns aspectos da vida, e a justificativa, segundo ele, foi meu senso de competitividade. Pra ele a competitividade no trabalho é que vem me deixando frustrado.

Dias depois, na faculdade, cadeira de Plano de Cargos e Salários: “O Plano de Cargos e Salários estimula a competitividade, o que é bom para a organização”, disse uma colega.

Liguei os pontos e chego a uma triste conclusão: Todos queremos estar no topo. Queremos ser os melhores no que fazemos. Segundo lugar não interessa, ser segundo fede. É tudo uma competição selvagem onde o último que ficar com a cabeça em cima dos ombros vence, conquistando o maior posto na hierarquia, poderoso e bem remunerado.

Há alguns anos eu acharia isso horrível, porque de fato é. Hoje já consigo ver isso como um mau necessário no mundo corporativo.

É através desse senso de competitividade que as pessoas vão dar tudo de si para conquistar promoções e subir degraus na escada do sucesso, contribuindo diretamente para a rentabilidade dos negócios e para o crescimento da empresa.

Sem ele, todos fariam parte de uma igualdade pacífica e acomodada, sem motivação para o avanço nos resultados.

Sad but true.

Agora fecha esse blog e volta a trabalhar.

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